Banco Master: os riscos por trás de uma delação de Daniel Vorcaro, segundo especialistas

Os próximos capítulos do escândalo envolvendo o Banco Master, que sacode o mundo político, jurídico e financeiro, devem ser escritos por acordos de colaboração premiada.
Na terça-feira (14/4), A CPI do Crime Organizado tentou apontar que os ministros Alexandre de Moraes, José Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do SUpremo Tribunal Federal (STF) , e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, cometeram crimes de responsabilidade ao lidar com o Master e Vorcaro. Mas o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), no entanto, não foi aprovado.
Enquanto isso, Vorcaro, controlador da instituição que foi liquidada em novembro, está negociando uma possível delação, desde que foi preso pela segunda vez, em 4 de março.
O banqueiro já assinou termo de confidencialidade que marca o início das tratativas de uma colaboração, segundo contou à BBC News Brasil uma fonte que pediu anonimato.
Vorcaro está sendo defendido pelos advogados José Luis de Oliveira Lima, conhecido como Juca, e Sérgio Leonardo, mas não é possível prever quanto tempo deve durar a negociação da colaboração.

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